Se a sua empresa tem de 10 a 30 funcionários e tudo ainda passa pela sua mesa, a reunião parte do que você respondeu na ficha para enxergar onde a sua gestão depende de você hoje. Veja abaixo como o Método T.E.A.M olha para esse ponto.
Da pesquisa acadêmica para a realidade de quem toca empresa. Não é motivação, é estrutura.
Quando a empresa depende do dono, o problema não aparece como falta de gestão. Aparece em cinco situações que você conhece bem:
São três pilares, e um sustenta o outro. Pular qualquer um deles é o que transforma o empresário em bombeiro da própria operação.
As pessoas certas nos lugares certos: função clara, perfil comportamental, cultura e critério para contratar, desenvolver e reter. Sem isso, a empresa cresce desalinhada.
Processos claros e rotina operacional. Quando o processo não existe, o time improvisa. E quando o time improvisa, quem apaga o incêndio é você.
Gestão por indicadores, líderes que sabem conduzir e acompanhamento com ritmo. Sai a cobrança emocional, entra a decisão pelo número.
Cada pilar é aplicado dentro da sua própria operação, com acompanhamento ao vivo para corrigir o rumo antes que o erro vire hábito do time.
Os primeiros 90 dias são para estruturar a base dos três pilares. O restante é para a operação inteira passar a rodar no novo modelo.
Online, num ritmo que cabe na agenda de quem toca empresa. Você aplica entre um encontro e outro e volta com o que travou.
Separe um momento em que você consiga falar sem ser chamado pela operação. A conversa parte do que você respondeu na ficha.
Quantas pessoas, quem decide o quê e em que ponto tudo acaba voltando para você.
Talentos, Execução e Performance a partir da sua realidade, e não de um modelo pronto de livro.
O investimento é conversado depois de entender o momento da sua empresa e qual formato faz sentido para ela. Se nenhum fizer, você sai sabendo onde a sua gestão trava.
Não. É mentoria com acompanhamento ao vivo durante seis meses, com dois encontros por mês, aplicando os três pilares dentro da sua empresa.
Na maior parte das vezes, o que trava não é a pessoa, é o modelo de gestão em volta dela. Sem função clara, sem processo e sem indicador, até gente boa entrega pouco. É isso que o Método T.E.A.M organiza.
É justamente por isso. Quem vive de apagar incêndio não sai dele sem estrutura. São dois encontros por mês, e o que se aplica entre eles entra na rotina que você já tem.
Entra. As gerações X, Y e Z não se motivam pelas mesmas coisas: uma valoriza estabilidade e hierarquia, outra quer salário e tempo livre, outra dá mais peso à liberdade. Bonificar todo mundo igual é um jeito rápido de perder talento.
Se a sua empresa tem de 10 a 30 funcionários e a operação depende de você, não é pequena demais. É justamente o tamanho em que a falta de processo e de indicador começa a pesar no dia a dia.
A mentoria foi desenhada para o dono, porque é ele quem decide e é dele o resultado. Se você é gestor, o melhor caminho é trazer o dono da empresa para a reunião.
Se a decisão é dividida, sim. Com os dois na reunião, ninguém precisa repassar a conversa depois e a decisão sai com as mesmas informações.
Existe. Além da mentoria em grupo, há o formato individual e a implementação dentro da empresa. Qual deles faz sentido para o seu momento é conversado na reunião.
Gestora, mestre por instituição europeia, palestrante e mentora em estruturação de equipes de alta performance e liderança. Criou o Método T.E.A.M para preparar empresas tradicionais para a nova era da gestão.
O investimento é apresentado na reunião, depois de entender o momento da sua empresa e qual formato faz sentido para ela.
Ela é o ponto de partida da reunião. Para essa conversa render, vale separar duas coisas: quem faz o quê hoje na sua empresa e as situações em que tudo acaba voltando para a sua mesa.